domingo, 20 de setembro de 2009

Purificar e destruir


Purificar e destruir
de Jacques Sémelin


Páginas: 546

Este livro, excepcional em todos os pontos, é fruto de muitos anos de trabalho no âmbito de um programa do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, o CNRS. Ele propõe um enfoque fortemente transdisciplinar e comparativo, tentando “pensar” os processos de violência que desembocaram em massacres e genocídios da época moderna.

Como tais crimes em massa foram possíveis? Quais manipulações da linguagem e dos espíritos intervieram para preparar a “passagem ao ato”, sobretudo com a elaboração prévia de um imaginário e de justificativas? Como se articula e alucina a mecânica do assassínio?

O autor baseou fundamentalmente sua investigação em vários exemplos: a Shoah judaica da Segunda Guerra Mundial, as limpezas étnicas da ex-Iugoslávia, o genocídio da população tutsi de Ruanda e, ainda, os genocídios armênio e cambojano. Devido à amplitude da documentação utilizada, à riqueza das referências bibliográficas e à exigência permanente da análise, este livro é, ao mesmo tempo, vertiginoso e sem equivalente. Nunca, sem dúvida, se havia abordado de tão perto esse enigma insondável, esse “buraco negro” diante do qual a compreensão humana titubeia.




um lançamento da




O pêndulo de Euclides


O pêndulo de Euclides
de Aleilton Fonseca


Páginas: 210

O pêndulo dos sertões


Se eu estivesse no seminário referido pelo narrador logo na abertura deste livro, teria concordado com o último palestrante. Depois de Euclides da Cunha, Mário Vargas Llosa, Walnice Nogueira Galvão, Edmundo Moniz, Ataliba Nogueira, José Calazans, Roberto Ventura, autores, livros, ensaios e artigos da imprensa, Canudos era um tema exaurido.

Mas Aleilton Fonseca traz uma indagação instigante, colocada na mente inquieta do professor-narrador deste O pêndulo de Euclides. Para discordar de que o conhecimento e a literatura sobre a Guerra de Canudos e seus personagens estejam completos e concluídos, ele se pergunta: “E as vozes do sertão? O que elas têm a dizer?”

Três homens que mal se conhecem, unidos no interesse intelectual e sentimental pela tragédia canudense e na admiração incontida por Euclides da Cunha, partem descontraídos e curiosos para uma curta viagem ao sertão do rio Vaza-Barris, em busca de aventura, divertimento e aprendizado. Um deles encontra a si mesmo.

Creio que Aleilton Fonseca também se encontrou como escritor — com as anotações descritivas, que revelam sua arguta percepção do universo sertanejo; com seus diálogos ensaísticos, que atestam a segurança dissertativa de conceitos e argumentos; e com uma narrativa engenhosa, que encontra vazão no prumo da arte ficcional.

Acima de tudo, Aleilton Fonseca acerta em cheio. Na dicção literária, pelo domínio da linguagem: ritmo, expressão e composição; do erudito ao popular; do reflexivo ao emotivo; do discursivo ao lírico. E no campo retórico, pela clareza de ideias, pela congruência entre valores e conteúdos, pela pertinência dos sentidos e motivações.

Este livro vem preencher uma lacuna. A Guerra de Canudos continua. A luta do sertão ainda sangra. O sertanejo ainda é um forte. Nada está encerrado e pacificado. A escritura da guerra não está completa. Não sem antes ouvirmos o que tem a dizer Aleilton Fonseca. Não sem pararmos para escutar a voz que vem dos sertões.

escreve Luís Antonio Cajazeira Ramos, poeta

UM LANÇAMENTO

QUARTO VOLUME DE MOZART




Mozart - O amado de Ísis (vol. 4)
de Christian Jacq


Páginas: 392

Em Mozart – O amado de Ísis, Christian Jacq, autor do incrível sucesso Ramsés, narra com detalhes a intrigante e misteriosa vida de uma das mais importantes personalidades da História.

No volume 4, a Revolução Francesa ameaça abalar toda a Europa, e as Lojas maçônicas tornam-se suspeitas aos olhos do imperador da Áustria. Mesmo com problemas financeiros e atravessando períodos sombrios, o músico continua fiel ao seu ideal. Mozart, então, consegue forças para realizar a sua grande obra, A Flauta Mágica, transmitindo a Sabedoria dos mistérios de Ísis e Osíris. Com isso, ele abre uma nova via para a iniciação egípcia no Ocidente.

Depois de tantas dificuldades, o futuro parece promissor. Entretanto, os inimigos de Mozart, de políticos a simples invejosos, não lhe dão trégua.

A prova suprema se aproxima...





UM LANÇAMENTO

Lágrimas do Sol


Lágrimas do Sol
Gilvanize Balbino Pereira

Número de páginas: 376

Lágrimas do Sol – romance histórico dos Espíritos Ferdinando e Tiago, psicografado por Gilvanize Balbino Pereira, edição da Petit Editora –, relata as experiências daqueles que sofreram as mais severas perseguições por parte da Inquisição e, mesmo em meio a sofrimentos atrozes, não perderam a fé em Deus.
Aproximados pelo destino, alguns dos personagens de Lágrimas do Sol aproveitarão a existência para saldar débitos espirituais contraídos no passado e evoluir. Outros, ainda presas do egoísmo e da maldade, aumentarão sua dívida ao semear a dor e a desolação no coração do próximo.
A narrativa se inicia no sombrio final do século 15, quando Fernando e Isabel, os reis católicos da Espanha, iniciaram implacável perseguição contra muçulmanos e judeus que habitavam a Península Ibérica. Lutas cruéis foram travadas em nome de Deus. Nos tribunais da “Santa Inquisição”, homens, mulheres e crianças foram condenados para satisfazer aqueles que desejavam perpetuar-se na riqueza e no poder. Entre o Céu e a Terra, em plena Idade Média, destinos se entrelaçaram e almas se reencontraram para o inevitável acerto de contas.
Em Granada, no Sul da Espanha, Joana – filha de don Sanchez e dona Maria de Alcântara –, indignada contra tanta injustiça, pede forças a Jesus para superar momentos tão difíceis. Conduzidos pelo destino até a propriedade onde residem os pais de Joana, os mouros Mandhur e Zarif são bem recebidos. Entre Zarif, que é pagão, e Joana, que é cristã, desperta um grande amor. O mouro adoecera quando viajava para encontrar-se com Marzuk. Por interesse, Marzuk pretendia casar a filha com Zarif, homem influente entre seu povo. Zarif, apaixonado por Joana, quebra a promessa e ganha o ódio de Marzuk.

A AUTORA
Gilvanize Balbino Pereira

É natural de São Paulo, onde reside e colabora no Núcleo Espírita Lar de Henrique, do Jardim São Domingues, fundado por ela no ano de 1993, no qual participa de trabalhos voltados para a assistência espiritual e social. Administradora de sistemas de informação, atua profissionalmente nessa área, na qual se especializou. Destina grande parte do seu tempo livre à divulgação do Espiritismo, sua crença de fé. Descobriu-se médium ainda na pré-adolescência e hoje dedica-se com especial empenho à psicografia.
Estudiosa das Obras Básicas de Allan Kardec, psicografou vários livros espíritas – entre eles Verdades que o tempo não apaga, Lanternas do tempo e Lágrimas do Sol, todos publicados pela Petit Editora – nos quais destaca-se a mensagem de renovação da alma pela prática do perdão, do amor e da caridade.

Mediunidade
Sobre o despertar de sua mediunidade, Gilvanize recorda: “Aos seis anos de idade, os espíritos apareciam e conversávamos frequentemente. Naquela época eu não conseguia distinguir entre pessoas encarnadas e desencarnadas. Em 1974, conheci três espíritos: Henrique, o responsável maior pelo meu trabalho espiritual; João, que, depois, organizou a Instituição Núcleo Espírita ‘Lar de Henrique’ e Raquel, que foi responsável pelas primeiras orientações dadas de acordo com o nível de entendimento de uma criança naquela época. Minha família acompanhou meu trabalho, especialmente minha mãe”.
Conheceu o Espiritismo aos 12 anos de idade, quando recebeu uma mensagem do Espírito Emmanuel psicografada por Francisco Cândido Xavier. Depois de ler o impresso, teve a sensação de que já conhecia o seu conteúdo. Desde então passou a interessar-se pelo Espiritismo e foi em busca de outras informações. Por volta de 1986, procurou a Federação Espírita do Estado de São Paulo, onde frequentou o curso “Iniciação ao Espiritismo”.
Seu livro favorito é A Gênese, de Allan Kardec. Recomenda aos iniciantes O Evangelho Segundo o Espiritismo e O Livro dos Espíritos, no seu entender, um livro de estudo indispensável, “leitura obrigatória para todo aquele que deseja saber quem é, de onde veio e para onde vai”. Gilvanize recorda sempre das palavras do Espírito Ferdinando, que se manifesta por seu intermédio: “Só sofre na Terra quem não se instrui!”. Seu sonho é ajudar a tirar as crianças da rua, “afinal, lugar de criança é na sala de aula, aprendendo”.

Um lançamento da



PARA UMA MENINA COM UMA FLOR


PARA UMA MENINA COM UMA FLOR
- 1966

Vinicius de Moraes



Páginas - 224

Organização

Eucanaã Ferraz


Esse livro dormitava em minha cabeceira por toda a adolescência. Era a crônica crua e/ou "romântica" do poetinha. Esta edição primorosa é para ser lida e trelida, e o livro deve voltar para o cantinho dos meus prediletos. (E.C.)

Vinicius de Moraes - como outros grandes poetas brasileiros - fez da crônica um exercício privilegiado de observação e reflexão. Antes, portanto, de o autor de "Soneto de fidelidade" se tornar também um dos maiores letristas da nossa canção popular, voltou-se para a prosa e colaborou enormemente para a popularidade da crônica no país.

Os textos de Para uma menina com uma florforam selecionados pelo próprio Vinicius entre aqueles que publicara em jornais e revistas ao longo de 25 anos, tendo 1941 como data inicial. A variedade de temas e de tons adotados é bem maior do que sugere o título escolhido por Vinicius, e o leitor descobrirá aqui algumas das marcas fundamentais de seus poemas: lirismo, emoção, ironia, apego à paisagem e ao fato cotidiano, bem como uma inequívoca capacidade de compreensão das dores e alegrias humanas. Some-se a isso o sabor singular da crônica, alcançado graças à adoção de uma linguagem clara, de um ritmo fluido e da conversão do acontecimento banal em assunto de interesse maior.

Além da rigorosa fixação dos textos, um alentado caderno de imagens - muitas delas inéditas - situa o livro em seu tempo e ilustra a biografia do autor. Às crônicas, seguem-se um posfácio escrito para esta edição, assinado pela professora e crítica literária Beatriz Resende, e a transcrição de dois textos que valem como documentos: uma entrevista com Vinicius de Moraes e um poema - inédito em livro - no qual o poeta homenageia sua musa, Nelita.






UM LANÇAMENTO





Fome de Liberdade


Fome de Liberdade
A luta dos presos políticos pela Anistia

Gilney Viana
Perly Cipriano

Páginas: 362

Ex-presos políticos, Gilney Amorim Viana e Perly Cipriano relatam a luta travada contra a ditadura militar e a favor de uma anistia ampla e irrestrita, que contou com uma greve de fome de 32 dias num presídio e motivou iniciativas semelhantes de encarcerados em vários estados. Os autores narram os mais de 15 anos de resistência dos presos políticos, dos absurdos ocorridos nas prisões militares às greves de fome e à reação do governo dos protestos.

A ditadura militar, instaurada no país pelo golpe de 1964, fez o Brasil conhecer o que há de pior no poder autoritário, com arbitrariedades e violência. Prisões, extradições, torturas e afastamento de políticos da oposição eram comuns e alguns até previstos em leis. Quem se opusesse aos militares era considerado inimigo público, subversivo e perigoso.

Os presídios brasileiros logo ficaram lotados de resistentes contra o arbítrio e buscavam lutar pelos direitos elementares da democracia. Entre estes lutadores estavam Gilney Amorim Viana e Perly Cipriano, que decidiram contar sobre o cotidiano da greve de fome que durou 32 dias e mobilizou presos políticos em vários presídios país afora, sensibilizando a sociedade em favor da Lei de Anistia ampla, geral e irrestrita.

Assim surgiu o livro Fome de Liberdade: a luta dos presos políticos pela Anistia . Publicado originalmente há três décadas, o volume é agora relançado em edição histórica pela Editora da Fundação Perseu Abramo em coedição com a Universidade Federal do Espírito Santo, para comemorar os 30 anos da Lei de Anistia.

O objetivo dos autores é mostrar os meandros dessa luta, para que não caia no esquecimento das gerações que não viveram aquele período. A obra apresenta um verdadeiro e detalhado relato histórico de quem presenciou e resistiu à época de perseguições, censura e mortes de quem ousava contestar.

O livro cita ainda as manifestações organizadas pela sociedade em favor da Anistia e o apoio que os presos receberam de intelectuais, sindicalistas, políticos e artistas, como Lucélia Santos, Renata Sorrah, Ney Latorraca, Marília Pêra, Zezé Mota, Osmar Prado e Elke Maravilha.

Ao final da obra, são apresentados documentos como cartas, declarações e comunicados dos encarcerados, e notas de solidariedade recebidas e escritas por eles. O volume é finalizado com amplo registro fotográfico dos presos políticos, rememorando as visitas de apoio que receberam da sociedade na época.

UM LANÇAMENTO










Poemas do povo da noite


Poemas do povo da noite
Versos de resistência à ditadura de um ex-preso político

Pedro Tierra


Número de páginas: 248pp

Antologia poética é relançada no Brasil em edição histórica para comemorar os 30 anos da Lei de Anistia. - Editora Fundação Perseu Abramo em coedição com a Publisher Brasil Editora

“Um livro que me fez as lágrimas brotarem dos olhos, tal a sua força. Gostaria de mostrar os versos de Pedro Tierra a Giuseppe Ungaretti, a T.S.Eliot, a Stephen Spender!” Cláudio Abramo, Folha de S.Paulo, “Ninguém pode ler estas páginas como quem desfolha mais um poema” Pedro Maria Casaldáliga

Trinta anos após a primeira edição brasileira, a Editora da Fundação Perseu Abramo lança o livro Poemas do povo da poite, com versos de coragem, determinação e resistência de Pedro Tierra, pseudônimo do ex-preso político Hamilton Pereira da Silva. A histórica edição comemora o aniversário de 30 anos da Lei de Anistia.

Contrário aos desmandos absurdos impostos pela ditadura militar, o jovem Hamilton foi militante da Ação Libertadora Nacional (ALN) e lutava contra o arbítrio e em favor da democracia. Exatamente por isso, foi preso aos 24 anos, em 1972. Acusado de subversão e de atentar contra a segurança nacional, Pedro Tierra foi submetido a longos períodos de tortura, momentos por ele chamados de “interrogatórios”.

Durante os cinco anos que ficou encarcerado como preso político, Tierra passou por diversos presídios militares do país, incluindo a famigerada Oban/DOI-CODI (Operação Bandeirante/Destacamento de Operações de Informações-Centro de

Operação de Defesa Interna), em São Paulo. Então, “no intervalo de um interrogatório, me deixaram sozinho na sala. Vi que havia um lápis numa mesa. Guardei-o comigo e o levei para a cela. Com ele escrevi meus primeiros poemas na prisão, em papel de maço de cigarros”, diz o autor.

Seus versos carregam a dura trajetória enfrentada nas prisões por ele e por outros presos e muitos dos textos são dedicados a companheiros mortos durante a batalha de resistência à ditadura, como bem ilustra o “Poema-Prólogo”: “Fui assassinado. / Morri cem vezes / e cem vezes renasci / sob os golpes do açoite. / Meus olhos em sangue / testemunharam / a dança dos algozes / em torno do meu cadáver”.

Para publicar o trabalho, Hamilton escondia pequenos papéis com letras miúdas dentro de canetas que entregava secretamente ao seu advogado, Luiz Eduardo Greenhalg, que, então, os datilografava. Uma primeira edição incompleta e caseira foi distribuída quase clandestinamente, com circulação bem reduzida, enquanto o autor ainda estava preso. Mais tarde, a poética de Pedro Tierra foi traduzida para o espanhol, de forma integral, e virou um livro com o título Poemas del Pueblo de la Noche, publicado na Espanha em 1978.

Somente em 1979, após os versos de Tierra terem chegado até Alemanha e Itália, o livro foi publicado no Brasil, por uma pequena livraria de estudantes da USP. O lançamento foi um sucesso e a obra teve grande repercussão entre os movimentos que defendiam a Anistia.

“Chegamos a Salvador. (...) Para minha surpresa um grupo de jovens atores havia feito uma seleção de poemas, para homenagear Pedro Tierra, poeta de origem latino-americana, morto sob tortura pelo regime militar... e lá se foram desfiando no tom dos discursos veementes da época os Poemas do Povo da Noite, aos quais tiveram acesso por uma edição mimeografada que corria de mão em mão entre eles. Senti-me morto e ressuscitado, comovido pela homenagem e temendo frustrar meus entusiasmados porta-vozes por estar prosaicamente vivo, entre eles”, revela Pedro Tierra.

Antologia poética dos versos de coragem, determinação e resistência de Pedro Tierra, pseudônimo do ex-preso político Hamilton Pereira da Silva. Publicados no exterior antes de ser lançado no Brasil, os seus versos carregam a dura trajetória enfrentada nas prisões por ele e por outros presos. Muitos dos textos são dedicados a companheiros mortos durante a batalha de resistência à ditadura.

UM LANÇAMENTO







Os jogos da minha escola



ESTE LIVRO PROPÕE A RESSIGNIFICAÇÃO DAS COMPETIÇÕES ESPORTIVAS NAS ESCOLAS. Em formato de caderno/agenda é um incrível instrumento de gestão de projetos esportivos nas escolas. Mais que recomendável.

Os jogos da minha escola
de Lino Castellani Filho e Rafael Moreno Castellani

A ilustração de LOR (Luiz Oswaldo Carneiro Rodrigues)



Páginas: 80p.

Formato: 14x21

PÚBLICO ALVO Professores da educação básica, especialmente os de educação física

O livro propõe ressignificar as competições esportivas, não mais o relacionando mecânica e automaticamente ao alto rendimento esportivo — seja nas ações curriculares como extracurriculares — e construindo sua inserção como elemento significativo na construção da autonomia esportiva do educando.

Os jogos da minha escola é indicativo de como a escola pode dar oportunidades aos seus alunos de serem motivados por meio da prática social do esporte, um vez que todos sabem que essa prática proporciona aos estudantes uma porção de elementos positivos para o aprendizado, tais como: disciplina e determinação.

Na obra, Renan e seus amigos estão vivendo as situações típicas dos adolescentes e, na escola, se deparam com a chegada de um novo professor de educação física que, de forma sutil, cria situações que viram de perna pros ares a organização dos Jogos Escolares, aqueles interclasses, que todos conhecem... Essa nova realidade os leva a viverem experiências que certamente os acompanharão ao longo de suas vidas...

Voltado tanto para os professores quanto para os alunos, este livro renova a importância do componente curricular educação física na sua relação com um de seus conteúdos mais significativos, qual seja, o esporte.


OS AUTORES

Lino Castellani Filho (professor da Faculdade de Educação Física da Unicamp) e Rafael Moreno Castellani (Licenciado em Educação Física - Unesp/Rio Claro; Mestrando em Educação Física - Unicamp - na área de concentração "Educação Física e Sociedade"; Professor da Rede Estadual de Ensino - São Paulo);

A ilustração de LOR (Luiz Oswaldo Carneiro Rodrigues) (Docente da UFMG; cartunista premiado no Salão Internacional de Humor de Piracicaba e várias vezes jurado do referido Salão)

ENTREVISTA COM AUTORES

Como surgiu a ideia do livro? R) Do respeito ao debate presente na educação física sobre a educação escolar e, nela, sobre a educação física escolar; da compreensão de que deveríamos redimensionar a presença do esporte na escola ao invés de permanecermos exclusivamente na crítica sobre a forma como ele se fazia presente nela; e, por fim, nas distintas experiências dos que se aventuraram a sistematizar o trabalho (Lino, Rafael e Lor).
É paradidático?
R) Sim. Tem o intuito de ser referência para a educação física escolar, tanto para o aluno como para o professor. Temos a expectativa de vê-lo na mochila dos estudantes e na prancheta do professor, ou seja, queremos vê-lo parte integrante do cotidiano de ambos.
Para quem vocês escreveram?
R) Para toda a comunidade escolar. Os jogos da minha escola é de toda a escola ou é de ninguém... mas também o visualizamos nos mais de 600 cursos superiores de educação física, onde a formação do professor não pode prescindir da reflexão do esporte visto como prática social...
Qual o seu diferencial com outras obras no mercado editorial? R) Com toda honestidade, desconhecemos obras no mercado editorial dotadas de projeto editorial igual ou mesmo similar...

um lançamento




Leituras críticas sobre Evaldo Cabral de Mello


Leituras críticas sobre Evaldo Cabral de Mello
Coleção Intelectuais do Brasil


Lilia Moritz Schwarcz (org.)

Páginas: 208

Leituras críticas sobre Evaldo Cabral de Mello dedica-se à análise da obra do grande mestre e historiador pernambucano. O conjunto de textos apresentados, a saber, cinco ensaios de especialistas, entrevista e comentários do autor, convidam o leitor a aventurar-se pela obra desse intelectual que é, a um só tempo, narrativa, inovadora e interpretativa da história colonial de Pernambuco e da tradição regionalista.Imperdível!


Dedicado à análise da obra do historiador pernambucano (Recife, 1936), Leituras críticas sobre Evaldo Cabral de Mello traz cinco ensaios de especialistas, entrevista e comentários do autor. Cabral de Mello, doutor por notório saber pela Universidade de São Paulo, notabilizou-se pela interpretação inovadora da história colonial de Pernambuco e da tradição regionalista, em livros como A Fronda dos mazombos: nobres contra mascates, 1666-1715, de 1995, e O negócio do Brasil: Portugal, os Países Baixos e o Nordeste, 1641-1669, lançado em 1998.

A coleção Intelectuais do Brasil, da Editora da UFMG e da Editora Fundação Perseu Abramo, busca a cada volume estabelecer um diálogo sistemático, crítico e pluralista com um autor da geração de intelectuais brasileiros que formaram, em grande medida, a partir do pós-1964, uma obra de interpretação do país. Embora privilegie as obras de pensamento, que hoje comparecem com centralidade nos currículos universitários, abrigará também o estudo das obras dos grandes criadores da arte brasileira contemporânea que iluminam a sensibilidade, a imaginação e a compreensão do Brasil.

Dirigida por Wander Melo Miranda e Nilmário Miranda, Heloísa Starling e Juarez Guimarães, a coleção se inicia com o lançamento de livros sobre Evaldo Cabral de Mello (organizado por Lilia Schwarcz), Boris Fausto (organizado por Ângela de Castro Gomes) e Silviano Santiago (organizado por Eneida Leal Cunha). Os próximos livros previstos serão sobre Leonardo Boff e Maria da Conceição Tavares.


UM LANÇAMENTO CONJUNTO







Seminário trabalhará a construção de Indicadores da Comunicação no Brasil

No próximo dia 28, 2ª feira, das 9 às 14 horas, acontece no Salão
Moniz de Aragão, do Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, Campus
Praia Vermelha, Rio de Janeiro, o primeiro de uma série de quatro
seminários sobre a Construção de Indicadores do Direito à
Comunicação no Brasil, organizado pelo NETCCON-Núcleo de
Estudos Transdisciplinares de Comunicação e
Consciência.ECO.UFRJ, através de seu Curso JPPS-Jornalismo de
Políticas Públicas Sociais, em parceria com a UNESCO, com o
INTERVOZES-Coletivo Brasil de Comunicação Social e o LaPCom-
Laboratório de Políticas de Comunicação da Universidade de
Brasília, e com o apoio da ANDI.

Este iniciativa é parte da parceria firmada este ano entre as quatro
organizações para a disseminação do debate no Brasil sobre a
questão e a criação de um cenário propício à elaboração de uma
proposta concreta de Indicadores do Direito à Comunicação no
Brasil.

As inscrições podem ser feitas em
http://sites.google.com/site/direitoacomunicacaoindicadores/ciclo-
de-seminarios-inscricao-para-o-do-rio-de-janeiro-1 e maiores
esclarecimentos podem ser obtidos em
http://sites.google.com/site/direitoacomunicacaoindicadores e
através do e-mail indicadorescomunicacao@gmail.com .

O seminário terá dois momentos: o primeiro apresentará este
tema decisivo através de mesa-redonda com Guilherme Canela,
coordenador de Comunicação e Informação da Unesco no Brasil,
Bia Barbosa, do Conselho Diretor do INTERVOZES, João Brant, da
Coordenação Executiva do INTERVOZES, Prof. Fernando O. Paulino,
representante do LaPCom/UnB, e Prof. Evandro Vieira Ouriques,
coordenador do NETCCON e do JPPS; e o segundo momento será o
trabalho coletivo e colaborativo com os grupos estratégicos e o
público em geral presentes para a avaliação do andamento das
propostas e o recolhimento de sugestões concretas de Indicadores
para o Brasil.

Esta iniciativa pioneira no Brasil, fundamental diante da ausência
de referências objetivas para mensurar o grau de desenvolvimento
da mídia e de efetivação do direito humano à comunicação no
Brasil, tem como base o documento do IPDC-Programa
Internacional para o Desenvolvimento da Comunicação UNESCO (
http://sites.google.com/site/direitoacomunicacaoindicadores/a-
proposta-da-unesco ) que trata de Indicadores de
Desenvolvimento da Mídia (publicado em março de 2008), e uma
pesquisa sobre Indicadores do Direito à Comunicação desenvolvida
nos últimos anos pelo Intervozes, com o apoio da Fundação Ford.

O Programa IPDC da UNESCO
(http://portal.unesco.org/ci/en/ev.php-
URL_ID=13270&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201.html )

http://portal.unesco.org/ci/en/ev.php-
URL_ID=13270&URL_DO=DO_TOPIC&URL_SECTION=201
.html > )

busca promover, em âmbito mundial, o desenvolvimento
e aplicações-piloto de indicadores. O objetivo das quatro
instituições parceiras é viabilizar, no futuro, a aplicação destes
indicadores no Brasil.

Com e a partir dos seminários, a idéia é mapear possíveis outras
instituições parceiras e avançar na construção de uma proposta de
um conjunto de indicadores, elaborada em diálogo com as diversas
organizações e instituições ligadas à comunicação, incluindo o
Poder Público, empresas e a sociedade civil organizada.

Além do Rio de Janeiro, outras duas capitais realizarão seminários
semelhantes ainda neste semestre: São Paulo, na USP, e Brasília,
na UnB. Também está prevista a realização de um seminário de
caráter nacional, com o objetivo de validar uma proposta de
indicadores em questão.

Serviço
Seminário: ”A Construção de Indicadores do Direito à Comunicação
no Brasil-Seminário de Trabalho"
Data: Dia 28 de setembro, das 9 às 14 horas
Local: Salão Moniz de Aragão, do FCC-Fórum de Ciência e Cultura
da UFRJ, Campus Praia Vermelha, Rio de Janeiro
Ingresso: O evento é gratuito
Inscrições em
http://sites.google.com/site/direitoacomunicacaoindicadores/ciclo-
de-seminarios-inscricao-para-o-do-rio-de-janeiro-1
Mais informações em
http://sites.google.com/site/direitoacomunicacaoindicadores;
através do e-mail indicadorescomunicacao@gmail.com ou do
telefone 21 | 9205.1696.