quarta-feira, 15 de abril de 2009

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terça-feira, 14 de abril de 2009

Poesia com Pedro Braga Falcão


Aqui,
o pulso desenha a letra




Do Princípio

de Pedro Braga Falcão


124 páginas

Pedro Braga Falcão nasceu em 1981. Mestre em Estudos Clássicos (Literatura Latina) pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica e licenciado pela Escola Superior de Música, de Lisboa. É professor na Universidade Católica de Lîsboa e instrumentista (Viola de Arco) na Orquestra de Câmara Portuguesa. Traduziu recentemente as Odes de Horácio (Cotovia, 2008).


Odes
Horácio
320 páginas


As Odes de Horácio são seguramente um dos textos mais importantes da literatura universal, poemas fundamentais para compreender a génese e a essência da poesia lírica, desde o mundo antigo até aos dias de hoje. Expressões imortais como carpe diem e aurea mediocritas foram retiradas desta sua obra, lida, relida e imitada ao longo dos tempos pelos mais diversos poetas e escritores. Em Portugal, Ricardo Reis (Fernando Pessoa), Camões, António Ferreira, Correia Garção, entre tantos outros, foram directa e manifestamente inspirados por esta obra do poeta romano. A brevidade da vida, a inevitabilidade da morte, o amor, o vinho, Roma e Augusto, o poder da poesia e a imortalidade do poeta, são apenas alguns dos temas que esta variada obra canta numa linguagem, num ritmo e numa riqueza de estilo que denunciam o génio do seu artífice.




Ainda sobre o autor:

"[...] Por exemplo, a Cotovia tem feito um trabalho notável, há pouco publicaram as Odes de Horácio. Não sei quantas pessoas compraram. E a tradução é boa. É feita por um rapaz muito novo que eu não conheço, terá 28 ou 29 anos, certamente será muito melhor daqui a vinte anos, mas a tradução já é muito boa."

António Lobo Antunes, em entrevista em exclusivo para o site:
http://www.ala.nletras.com/entrevistas/18022009.htm , a 18 de Fevereiro 2009

Um lançamento da



Ateliê do Ócio ocupará sede do Clube de Criação do Paraná no próximo dia 18 de abril

Uma combinação de atividades voltadas a quem possui uma vida corrida, pouco tempo disponível, mas não dispensa os preciosos momentos em que pode entrar em contato com seu lado cultural. Assim é o Ateliê do Ócio, cujo primeiro módulo ocupará a sede do Clube de Criação do Paraná (CCPR) no próximo dia 18 de abril.

Parceria entre o CCPR, o Drops Cultural e o artista visual, cinéfilo e mestre em Comunicação em Linguagens, Tom Lisboa, o Ateliê do Ócio tem como objetivo estimular os sentidos, despertar a curiosidade, desenvolver a flexibilidade intelectual e exercitar a criatividade. Para tal, apresenta um conteúdo multidisciplinar a cada módulo, com abordagem teórico-reflexivo e abrangendo áreas como cinema, artes visuais, fotografia, literatura, teatro, moda e dança. “São atividades variadas, que ajudam os participantes a fugirem da rotina, com o intuito de que cada um entre em contato com o universo cultural”, explica Tom Lisboa.

Para mais informações sobre preços e formas de pagamento, e para baixar a ficha de inscrição para o primeiro módulo do Ateliê do Ócio, é só acessar o site do Clube de Criação do Paraná (www.ccpr.org.br).

SOBRE CLUBE DE CRIAÇÃO DO PARANÁ (CCPR)
O Clube de Criação do Paraná é uma entidade sem fins lucrativos, fundada em 2003 por 22 criativos paranaenses, da qual são associados profissionais paranaenses que atuam na área de criação de empresas de comunicação. Atualmente a sede do Clube fica na Rua Mateus Leme, 4.700 – Parque São Lourenço, dentro do Centro de Criatividade de Curitiba. O CCPR mantém várias atividades e projetos, como o Festival do Anuário, que tem o objetivo de selecionar as melhores peças e campanhas, criadas no Paraná e veiculadas local e nacionalmente (materiais que são editados em livro e DVD, com o objetivo de preservar a memória da Comunicação Paranaense); a Oficina 4x4, curso rápido em quatro módulos sobre vários assuntos de interesse para estudantes e profissionais de Publicidade; Botando Banca, que apresenta projetos desenvolvidos por estudantes; Workchopp, união de palestra e debate que engloba assuntos do mercado publicitário e é realizada mensalmente; e o concurso Mostre a Cara, destinado somente a estudantes e que consiste no desenvolvimento de uma peça ou campanha a partir de um briefing repassado pelo CCPR. O Clube de Criação do Paraná também mantém o site www.ccpr.org.br, atualizado diariamente com informações das agências e profissionais do mercado.

Lançamento do livro “O Chão da renúncia”, de Aida Baptista, no Clube Literário do Porto


Recital de poesia de autores angolanos por Leonor Seixas, acompanhada ao piano por Carla Seixas

Piano-Bar - 18 de Abril de 2009

Sábado - 21h30

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"Benguela foi a cidade onde me conheci, cresci e tornei mãe e mulher.

Foi aí que forjei a identidade que carrego nos genes e moldei a minha dupla natureza: europeia, por herança familiar; africana, na incorporação de aprendizagens nascidas de um chão que aprendi a conhecer a partir de uma idade vazia de memórias.

Deixei Benguela no turbilhão da guerra civil, quando a segurança de dois filhos pequenos falou mais alto e ditou um regresso ao chão desconhecido das raízes ancestrais.

Regressei trinta anos depois, na esperança de fechar um ciclo afectivo e profissional que, por razões de natureza pessoal e familiar, fui forçada a encurtar. Durante os dois anos deste meu retorno breve, além das funções oficiais que desempenhei, continuei a prestar a minha colaboração semanal no “Post Milénio”, jornal bilingue voltado para a comunidade lusófona de Toronto, que, presentemente, conta com uma forte presença angolana.

De entre as várias crónicas publicadas, “Chão da Renúncia” é o relato de uma paixão avassaladora, suspensa num desenlace de silêncios sem despedidas. Escolhi-a para título deste livro, porque considero ser a metáfora perfeita da minha relação com Angola - uma história de amor mal resolvida, construída de sentimentos contraditórios e de muitas palavras que ficaram por dizer."

Sobre a autora:
Maria Aida Baptista nasceu em Pinheiros, concelho de Tabuaço. Com uma ano de idade foi para Angola, tendo vivido sempre na cidade de Benguela, onde estudou, casou, teve dois filhos e iniciou a sua carreira de docente. De regresso a Portugal, em 1975, fez a Licenciatura em História e uma Pós-graduação em Estudos Europeus na Universidade de Coimbra e o Mestrado em Literatura e Cultura Portuguesas, na Universidade Nova de Lisboa. Desde 1989 foi Leitora de Língua e Cultura Portuguesa do ICALP e Instituto Camões em Helsínquia, Toronto e Benguela. Publicou a sua primeira obra “Passaporte inconformado”, em 2003 e mais recentemente “O chão da renúncia”.


Clube Literário do Porto
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BLOGUE: http//www.clubeliterariodoporto.blogspot.com

segunda-feira, 13 de abril de 2009

EVENTOS



AGENDA

Segunda-feira, 20 de
abril, às 19:30, Marília
Gabriela, autora de Eu
que amo tanto, participa
do encontro Autores e
Ideias, na Livraria da
Vila do Shopping Cidade
Jardim, em São Paulo
(Av. Magalhães de
Castro, 12.000). E no
sábado, dia 25, às 15h,
ela é a convidada do
evento Sempre um
papo, no Teatro Dom
Silvério (Av. Nossa
Senhora do Carmo,
230, Savassi), em
Belo Horizonte.

Quarta-feira, dia 29
de abril, às 19h, na
Livraria Prefácio,
em Botafogo (Rua
Voluntários da Pátria,
39): Flávio Carneiro
lança Passe de letra.

TABELINHA COM EDITORA ROCCO, GOL DE CARNEIRO


Lançamento deste mês de
abril pela Rocco, a coletânea
de crônicas Passe de letra –
Futebol & literatura, do
escritor, crítico literário
e professor Flávio Carneiro,
marca a vinda de toda a obra
adulta do autor para a editora.
No prelo para este ano, seu
mais novo romance, A ilha.

domingo, 12 de abril de 2009

Download Grátis do "Sei Lá" de Margarida Rebelo Pinto

O SAPO, em parceria com a Oficina do Livro, dá acesso gratuito à obra "Sei Lá" de Margarida Rebelo Pinto, numa iniciativa inédita em Portugal.

A partir de amanhã (7 de Abril), e durante 15 dias, o livro "Sei Lá" estará disponível para download gratuito no Blog especificamente criado para o efeito, e que pode ser visitado aqui.

Para além do download gratuito da obra, poderão ser encontrados outros conteúdos exclusivos relacionados com a escritora.

Esperamos que gostem.

CONTOS E LENDAS DA MITOLOGIA CELTA


CONTOS E LENDAS DA MITOLOGIA CELTA
de CHRISTIAN LÉOURIER


Número de páginas: 218


Cada vez mais se fala sobre os celtas, mas pouco se sabe de fato sobre esse povo. Os celtas difundiram-se pela maior parte da Europa central e ocidental, até a Ásia Menor, em diversas ondas. Por temerem a escrita, os poetas e os sacerdotes transmitiam os conhecimentos oralmente, ao longo de cursos que podiam durar vinte anos e que consistiam em decorar milhares de versos. Neste livro o autor reconta várias lendas celtas apresentando a riqueza de um universo em que os homens podem falar de igual para igual com os deuses, em que podem até lutar contra eles e vencê-los.



o autor
Christian Léourier nasceu em 1948, em Paris. É autor de livros infanto-juvenis e para adultos. Entusiasta das obras de ficção científica inglesa, nelas encontrou inúmeras referências às lendas celtas. Sua curiosidade levou-o a pesquisar as lendas antigas e, como ele diz, a “cair no caldeirão de Keridwen”. “Como resistir ao chamado de uma civilização para a qual o sonho é um instrumento de conhecimento do mesmo modo que a memória e a razão?”


LANÇAMENTOS








CCJ aprova parecer que impede parlamentares de terem rádio e TV

Um parecer do senador Pedro Simon (PMDB-RS) pode tornar inviável a renovação de concessões de rádios e TVs cujos proprietários sejam parlamentares. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou na última terça-feira (07/04) o parecer, que vai a plenário e já começa a provocar polêmica, visto que são quase 50 deputados e mais de 20 senadores com vínculo com veículos de Comunicação.

Segundo a Constituição brasileira, “deputados e senadores não poderão, desde a posse, ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada”. O texto de Simon determina que uma concessão não seja renovada caso a emissora de rádio ou TV tenha entre seus proprietários um parlamentar.

A reação foi imediata. O senador Antonio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA), sócio há mais de 20 anos da TV Bahia, afiliada da Rede Globo, avisou que vai levar o assunto para a Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT).

Se referendada pelo Senado, haverá recurso ao Supremo Tribunal Federal (STF). “Essa interpretação dada ao texto constitucional é totalmente equivocada. Hoje há uma proibição de que parlamentares com mandato sejam gestores de empresas de comunicação, não proprietários”. Ele lembrou que é sócio da uma emissora e avisou que não vai vender sua participação para ser senador.

“O que aconteceu na CCJ na terça-feira foi um absurdo”, insistiu ele.

“Nem eu, que sou vice-presidente da comissão, sabia que esse assunto estava na pauta”, queixou-se o senador Wellington Salgado (PMDB-MG), proprietário de uma rede de TV no Triângulo Mineiro, retransmissora do SBT.

Salgado contestou a interpretação de Simon e disse que uma consulta já feita ao STF assegura que parlamentares só não podem ser gestores em empresas de comunicação. “Mas posso ser acionista”, disse.

CCT pede mais informações sobre concessões de rádio e TV
O senador Lobão Filho (PMDB-MA) apresentou requerimento, aprovado pelos colegas da Comissão de Ciência e Tecnologia nesta quarta-feira (08/04), para ouvir o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, Ronaldo Sardemberg, sobre as normas de conduta usadas para fiscalizar os serviços de radiodifusão do País. Ele se mostrou preocupado com o número cada vez maior de pedidos de autorização para funcionamento de emissoras de rádio, comunitárias ou de frequência modulada, que chega até a comissão.

Lobão Filho lembrou que cabe à Anatel fiscalizar as atividades dessas emissoras para garantir sua legitimidade.

Com informações do jornal O Globo.

Globo reclama de notícia publicada pela Folha

Depois de a Record reclamar de notícias veiculadas pela Folha de S. Paulo, o que iniciou uma batalha entre os dois veículos de comunicação, a Rede Globo, por meio de carta publicada ao Painel do Leitor nesta quinta-feira (09/04), afirma que o colunista Nelson de Sá noticiou “o que não aconteceu”.

“O colunista tem todo o direito de criticar o ‘JN’, mas não de noticiar o que não aconteceu”, diz a carta, assinada pelo diretor-executivo de jornalismo da Central Globo de Jornalismo, Ali Kamel.

A notícia em questão afirma que o Jornal Nacional “volta a atacar Franklin (Martins, ministro da Comunicação Social e ex-funcionário da Globo)” por causa do episódio envolvendo o irmão do ministro Victor Martins e a distribuição de royalties de petróleo.

Segundo Kamel, “o ‘JN’ noticiou investigações da PF que envolvem o nome de Victor Martins, da ANP. Mas em nenhum momento mencionou o fato de que ele é irmão do ministro Franklin, por considerar que, até aqui, não há razão para isso”.

“O curioso é que a nota de Sá saiu na mesma página em que a Folha noticiou o mesmo caso, que mereceu o seguinte título na Primeira Página: ‘Irmão de Franklin lidera esquema de royalties, diz PF’. Não julgo nem critico a Folha, que segue seus próprios critérios editoriais. Mas estranho que Sá veja 'um ataque' que não houve no ‘JN’ e se omita em relação ao jornal em que escreve”, afirma Kamel.

Em resposta, publicada também no Painel do Leitor desta quinta-feira, o jornalista Nelson de Sá desmente o diretor da Globo, afirmando que o texto na reportagem do Jornal Nacional mostrava, "em letras grandes: 'Victor Martins está sendo investigado pela PF. Ele é diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP). É também irmão do ministro da Propaganda de Lula, Franklin Martins'".