terça-feira, 7 de abril de 2009

Raposa à espreita

Raposa à espreita
de Minette Walters


Páginas: 448

Quando a idosa Ailsa Lockyer-Fox é encontrada morta em seu jardim, vestida somente com as roupas de dormir e com manchas de sangue no chão perto de seu corpo, a suspeita recai sobre o seu marido, o Coronel James Lockyer-Fox, um rico proprietário de terras. A investigação conduzida pelo legista tem como veredicto “morte por causa natural”, mas os rumores que envolvem James resistem em se dissipar.

Qual o motivo disso? Será pelo fato de ele ser culpado? Ou porque o vilarejo isolado de Dorset em que vive está dominado por mulheres rancorosas? Shenstead é um lugar de poucas pessoas e muitos segredos. Por que James e Ailsa excluíram os filhos do testamento? O que terá acontecido no passado para criar tanta animosidade entre os membros da família? E por que James está tão desesperado para encontrar a criança ilegítima — sua única neta — que foi entregue à adoção ao nascer?

Sem amigos e sozinho, seu comportamento recluso começa a alarmar seu advogado londrino, Mark Ankerton, cuja preocupação aumenta ao descobrir que James se tornou vítima de uma campanha implacável de acusações ainda piores do que a do assassinato da esposa. Alegações que ele se recusa a refutar... Por quê? Talvez por serem motivo para um assassinato...?

“Minette Walters, talvez mais do que qualquer outro autor contemporâneo de suspense, tem o dom de criar tensão e angústia mesmo nos cenários mais monótonos. Diálogos do dia-a-dia se enchem de sentimentos de inquietude. Pessoas comuns adquirem uma aura de impaciência, à beira da degeneração mental e emocional. O próprio meio rural se transforma num inimigo da cordialidade. O universo de Walters é obscuro e, ao mesmo tempo, livre de ambigüidades; RAPOSA À ESPREITA é a obra de uma autora no auge de sua autoconfiança artística e de sua suprema habilidade.” The Times


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O último segredo do templo


O último segredo do templo
de Paul Sussman


Páginas: 518

Poderoso objeto em mãos suspeitas Um thriller avassalador sobre o milenar conflito entre judeus e palestinos

Oriente Médio, ontem e hoje. O tema semanalmente ocupa as páginas dos principais jornais e revistas do mundo devido aos embates que judeus e palestinos travam há tempos. Palco de rebeliões separatistas, ataques terroristas, fundamentalismos e acordos de paz fracassados, não é de hoje que as nações e os povos que habitam essa região são alvos de histórias que ultrapassaram os noticiários; ganharam também páginas da literatura.

O último segredo do templo é um turbilhão de emoções, reviravoltas e aventuras inesquecíveis. Uma investigação de quase 2.000 anos de mistério sobre um poderoso objeto que, caindo em mãos erradas, pode mergulhar todo o Oriente Médio numa guerra de proporções inimagináveis.
Piet Jansen, antigo proprietário de um hotel, é encontrado entre as ruínas de um sítio arqueológico pouco visitado, próximo ao Nilo. O inspetor egípcio Yusuf Khalifa fica intrigado com os fatos que vêm à tona. Ele se recorda de outra morte, ocorrida há tempos – o brutal assassinato de uma israelense –, uma morte da qual sempre suspeitou de que haviam condenado um inocente.

O caso torna-se bastante complicado, e Khalifa se vê forçado a aliar-se ao detetive israelense Arieh Ben-Roi, um arrogante policial de Jerusalém, e à combativa jornalista palestina Layla al-Madani. E isso é só o começo de um fascinante mistério a ser solucionado pelo trio.

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Paulistas e emboabas no coração das Minas: idéias, práticas e imaginário político no século XVIII

Paulistas e emboabas no coração das Minas: idéias, práticas e imaginário político no século XVIII
de Adriana Romeiro


Coleção: Humanitas
431 páginas

No ano de 1708, o sertão das Minas transformou-se no palco de uma luta armada entre paulistas e emboabas. Depois de anos de uma convivência tumultuada, pontilhada por incidentes violentos, não havia mais como adiar o confronto. De um lado, a imensa massa de forasteiros, saídos da Europa e das mais diferentes regiões do Brasil; de outro, os paulistas, considerados a gente mais bem treinada nas táticas da guerra brasílica, acostumados a enfrentar adversários formidáveis, como índios levantados e negros aquilombados. O desfecho dessa luta mudaria irreversivelmente os rumos da história das Minas Gerais e a geopolítica do Império português.

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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Roland Barthes, o ofício de escrever

Roland Barthes, o ofício de escrever
de Éric Marty


Páginas: 384

Roland Barthes, o ofício de escrever expõe Barthes a três leituras: “Memória de uma amizade”, uma narrativa autobiográfica do cotidiano dos seus últimos anos; “A obra”, um percurso pela totalidade dos seus textos, seguindo apresentação cronológica e singular; e “Sobre Fragmentos de um discurso amoroso”, seminário que decodifica a estratégia subterrânea do livro mais conhecido de Barthes através dos temas obsedantes da Imagem e do “Não-Querer-Possuir”.



Testemunho, panorama, seminário: tudo isso constitui um verdadeiro itinerário. A narrativa do encontro entre o jovem discípulo e o mestre é seguida por uma meditação sobre a obra e por seu exame minucioso. “O ofício de escrever” torna-se, então, a fórmula essencial da vida de escritor.



Sobre Roland Barthes nasceu em 1915 em Cherbourg, e se formou em Literatura Clássica e Filologia pela Sorbonne. Considerado um dos mais importantes críticos literários, Barthes fez a crítica das atitudes sociais e cotidianas e trabalhou em uma ciência geral dos signos. Com sua afirmação de que a unidade do texto não se encontra na origem, mas em sua destinação, ele defendeu o leitor e o crítico como criadores, junto com o autor, do sentido do texto. Morreu em 1980, atropelado em uma rua de Paris. Entre seus vários livros podemos citar O grau zero da escrita (1953), Mitologias (1957), Elementos de semiologia (1964), Crítica e verdade (1966), O prazer do texto (1973), Fragmentos de um discurso amoroso (1977) e A câmara clara (1980).




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Tesouro secreto

Tesouro secreto
de Nora Roberts

Páginas: 364

Nora Roberts tece uma fascinante história de sedução e suspense, paixão incandescente e assassinato a sangue-frio neste clássico inédito no Brasil.

Com Tesouro Secreto, ela revela mais uma vez por que é a grande mestre do romance: intriga carregada de sensualidade e suspense de alta voltagem.

Rica e linda, Whitney MacAllister gosta de carros velozes, clássicos do cinema e homens perigosos. Mas até mesmo essa entediada socialite do jet set de Manhattan é tomada de surpresa e pavor quando um estranho homem de jaqueta de couro preta seqüestra seu Mercedes... pouco antes de as balas começarem a voar.

O ladrão de jóias Douglas Lord se habituou a levar a vida fugindo. Parte da atração da profissão escolhida é a emoção da caça. Mas ele tem uma regra inviolável: sempre trabalhar sozinho. Até agora.
Ferido e desesperadamente necessitado de dinheiro vivo para o que talvez seja a coroação máxima de sua carreira estonteante, Doug aceita com relutância a rica e bem-relacionada Whitney como nova parceira no crime. Com os jornais estampando manchetes sobre a herdeira desaparecida de Nova York e uma gangue de criminosos no seu encalço, os dois partem para a sufocante floresta de Madagascar em busca de um tesouro fabuloso que remonta à Revolução Francesa.

Para Whitney, o que havia começado com uma aventura em alta velocidade se tornou uma corrida entre a vida e a morte ao tentar despistar um bando de assassinos cruéis que eliminam friamente quem aparece pelo caminho. Para Doug, que fora traído além da conta, é uma chance de pegar o fugidio pote de ouro e talvez uma última tentativa de redenção. Para ambos, trata-se de uma exótica busca de sentido — e a entrega a uma paixão irresistível vale qualquer risco —, enquanto participam de um mortal jogo de apostas elevadas até a apavorante conclusão, que pode não ter vencedores nem perdedores. Nem sobreviventes.


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EDUCAR PARA PREVINIR ? Crianças estudam em cadeia de delegacia no Paraná

Cerca de 40 alunos de uma escola municipal na cidade de São Pedro do Iguaçu, no Paraná, estão estudando dentro de uma cadeia na delegacia da cidade, revela reportagem da TV Paranense, citada pelo jornal Gazeta do Povo.

De acordo com a matéria, 350 alunos do município estão estudando em locais improvisados depois que a única escola da cidade foi destruída em um vendaval no ano passado.

A reportagem mostra as grades das celas enferrujadas tampadas com uma decoração feita pelos professores com panos e painéis coloridos.

A "sala" de aula é pequena, faltam cadeiras e não há lugar para todos os alunos. Também não espaço para brincar no recreio.

A professora Tânia Colaço disse que os educadores tiveram de convencer os alunos a frequentar as aulas. “As crianças tinham medo de estudar dentro da delegacia”, afirmou.

Segundo a reportagem da TV Paranaense, algumas tiveram pesadelo por estudarem dentro da cadeia.

A prefeitura informou que a construção de uma nova escola já foi licitada, mas as obras ainda não começaram porque falta uma autorização do governo do Estado.

Veja a reportagem da TV Paranaense no endereço

http://portal.rpc.com.br/tv/paranaense/video.phtml?Video_ID=41861&Programa=paranatv2edicao&tipo=

domingo, 5 de abril de 2009

A maldição

A maldição
de Joseph Delaney


Páginas: 288

Depois do sucesso O aprendiz, mais uma aventura de arrepiar

A Série de Joseph Delaney está entre as principais da literatura juvenil mundial e vai virar filme pela Warner

Thomas Ward (Tom) é um menino de treze anos, o sétimo filho de um sétimo filho, e por isso sua mãe, que tem misteriosos poderes, insiste para que o filho se torne aprendiz de um caça-feitiço com o objetivo de ajudar a humanidade e protegê-la dos seres malignos.

O Caça-feitiço e seu aprendiz se preparam para a maior batalha de suas vidas e seguem numa missão para um combate infernal. Desta vez, o inimigo é O Flagelo, uma criatura diabólica que se esconde no fundo das catacumbas da catedral. Todo o Condado corre o risco de ser corrompido por seus sinistros poderes. Depois de muitas aventuras e percalços pelo caminho, Tom cresceu e conseguiu surpreender ao capturar uma malvada criatura que tinha aterrorizado o mundo inteiro.

Mas surgem terríveis surpresas, e Tom e seu mestre descobrem que O Flagelo não é seu único inimigo e o desafio que os espera é bem maior. Como vão conseguir sobreviver a este horror?
A maldição é o segundo livro da série As aventuras do Caça-feitiço, que reúne livros para quem está em busca de magia, mistério e fantasia na literatura. Neste volume, o mestre de aventuras Joseph Delaney narra tudo isso e mais outros segredos perigosamente assustadores.

A Warner Bross comprou os direitos da série para o cinema. O mesmo estúdio que produziu as filmagens de Harry Potter será usado nas gravações da obra de Delaney.

O AUTOR
Joseph Delaney mora em Lancashire, Inglaterra, com sua mulher. Tem três filhos e quatro netos. Sua casa fica no coração do território dos ogros, e em sua aldeia há um deles conhecido como Bate-Portas, enterrado sob a entrada de uma casa próxima à igreja. Acredite se quiser: a casa mal-assombrada em O aprendiz realmente existiu! Quando criança, Joseph morou numa casa assim, em Preston, onde tinha um pesadelo recorrente. No sonho ele se via sentado em um tapete na sala enquanto a mãe tricotava. Então, começava a sentir um frio sinistro e, do depósito de carvão no porão, subia uma sombra que o levava à força para o escuro. E o que era mais assustador... seus irmãos tinham o mesmo pesadelo! A casa foi demolida por causa disso; portanto, ele jamais poderá voltar lá.








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A velocidade da sombra


A velocidade da sombra
de Jean-Marc Lévy-Leblond


Páginas: 352

Os ensaios reunidos neste livro, bem como nos que o precederam, procuram esboçar o que gostaríamos de chamar de uma crítica da ciência. Não uma crítica da ciência em que esta seria imediatamente colocada no banco dos réus, mas de preferência um questionamento sobre as suas circunstâncias, que ajuda a compreender, sem separá-los, os conteúdos, a natureza e os desafios.

O título deste livro, ainda que encontre sua origem no paradoxo que permite atribuir à sombra uma velocidade superior à da luz, refere-se principalmente à crise do projeto do Século das Luzes e à sombria perspectiva de uma tecnociência que forneceria apenas obscuras clarezas.

A estratégia seguida nestes ensaios consiste, para uma melhor compreensão da atividade científica, em explorar seus limites a partir de questões singulares, mas esclarecedoras: por que, há quatro séculos, os físicos se interessam pelo Inferno? De onde vem o mito das sete cores do arco-íris? Qual é o alcance das letras do alfabeto nas fórmulas (cabalísticas, efetivamente) da Física? O que as anedotas que circulam a respeito dos grandes cientistas, e principalmente sobre Einstein, nos dizem sobre a ciência? Esta possui uma universalidade transcultural? O compartilhar do conhecimento não exige também o da ignorância? Existe uma Musa da ciência?


O AUTOR
Jean-Marc Lévy-Leblond

Professor da Universidade de Nice até 2002, nos departamentos de Física, Filosofia e Comunicação. Jean-Marc Lévy-Leblond é professor emérito e diretor do Programa Internacional na Faculdade de Filosofia (desde 2001), se distingue pela sua atuaçãona área de investigação em física teórica e matemática, mas também pelo seu forte envolvimento no domínio das ciências da educação - incluindo as obras literárias e suas importantes contribuições para a história , política e filosofia da ciência.
Ele está constantemente lutando pela simplificação e imagens, e revela com humor, o "grande museu de erros que nos precederam." Escreveu diversos livros dos quais destacamos "L’esprit de sel" (Seuil 1984), "Mettre la science en culture" (1986), "Impasciences" (Reedição em 2003 Seuil) e "La vitesse de l’ombre. Aux limites de la science" (Le seuil, 2006).

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STF adia continuação do julgamento da Lei de Imprensa

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu adiar a continuação do julgamento sobre a revogação ou não da Lei de Imprensa. Ainda não existe uma data certa, mas é provável que a matéria seja inserida na pauta do dia 22/04, informa a assessoria do Tribunal.

Nesta quarta-feira (01/04), ficou decidido que a questão voltaria a ser analisada no dia 15/04. Porém, por falta de espaço na pauta, o STF decidiu pelo adiamento. A assessoria informa ainda que a obrigatoriedade do diploma não deve ser apreciada no mesmo dia que a Lei de Imprensa.

O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, considera a decisão "natural". Em sua opinião, os ministros do STF devem estar encontrando dificuldade para definir uma posição.

“O grande problema é que isso não deveria ser assunto do Supremo. Isso só está acontecendo por causa da omissão do Congresso, que deveria incluir na pauta de votação o projeto do ex-deputado Vilmar Rocha”, afirma.

Antes da paralisação do julgamento, o relator da matéria, ministro Carlos Ayres Britto, e o ministro Eros Grau declararam seus votos pela revogação total da Lei de Imprensa. Ainda faltam os votos de nove ministros e, na opinião de Murillo, a situação deve se inverter.

“Embora o voto do ministro Ayres Britto tenha sido bastante enfático pela revogação total do texto, eu acho que isso não vai acontecer. Pelas manifestações públicas, até mesmo do presidente do Supremo, acredito que no final do julgamento prevaleça a revogação apenas de alguns artigos”, avalia.

A Fenaj defende a revogação da atual Lei de Imprensa, mas defende a existência de uma legislação sobre o tema.

O site do STF disponibilizou a íntegra do voto do ministro Ayres Britto. Leia aqui.

Curso - Limpeza, Consolidação e Colagem

Na realidade do Património Arqueológico, aqueles que manuseiam e cuidam dos objectos, não são tanto os Conservadores – restauradores, mas sim os Arqueológos. Conscientes da importância do primeiro contacto com os objectos cerâmicos e da responsabilidade implicada, surge a necessidade de um conhecimento mais profundo sobre o tratamento deste tipo de património. Com o objectivo de colmatar essa necessidade, surge a acção de formação em conservação e restauro de cerâmica arqueológica, específica sobre limpeza, consolidação e colagem. Os conhecimentos desenvolvidos nesta acção, permitirão que o intervir no processo de recuperação do património cerâmico, contribuindo para a sua conservação.

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